PRIMAVERA
Cotidiano,
cotidiano,
o dia-a-dia se faz com ânimo,
o dia após dia jaz no meridiano.
Cotidiano, cotidiano,
o ano a ano e nenhum engano,
o calendário aponta os desenganos.
Cotidiano, cotidiano,
paira em você algo estranho,
dia pós dia e a folhas amarelas, é outono!
Outono, outono;
a cama, o livro, a leitura
e os pássaros, lá fora, em torno.
Outono, outono,
as folhas deitam no solo...
Ah! O império do sono.
Outono, outono,
enquanto durmo,
me traz de volta, em sonho, o frescor da primavera.
Prof. Dr. Sílvio Medeiros
Campinas, é outono de 2007.
o dia-a-dia se faz com ânimo,
o dia após dia jaz no meridiano.
Cotidiano, cotidiano,
o ano a ano e nenhum engano,
o calendário aponta os desenganos.
Cotidiano, cotidiano,
paira em você algo estranho,
dia pós dia e a folhas amarelas, é outono!
Outono, outono;
a cama, o livro, a leitura
e os pássaros, lá fora, em torno.
Outono, outono,
as folhas deitam no solo...
Ah! O império do sono.
Outono, outono,
enquanto durmo,
me traz de volta, em sonho, o frescor da primavera.
Prof. Dr. Sílvio Medeiros
Campinas, é outono de 2007.
SÍLVIO MEDEIROS
Publicado no Recanto das Letras em
17/05/2007
Código do texto: T490403
Código do texto: T490403
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Qua 10 Out 2007 00:33