AMAZÔNIDA BREEMAN
Em memória da
irreverente heróica e querida
NAZA BREEMAN
NAZAinha de um anjinho,
Uma sementinha,
Centelha de amor,
Desaba sinuosa sobre a vasta Amazônia.
O vento sopra e a
Sementinha pousa serena
Na terra Tucupí, Uirapurú, Ibirubá, Içá.
As abelhinhas acolhem-na,
E assim brota,
Distinta d’outras,
A inaudita árvore Amazônida Breeman,
Arvorescente,
Nascente,
Colorida,
Florida.
E as abelhinhas,
Em meio às encantadoras flores,
São cantoras a zumbir
Zum zum zum zum...
A melíflua canção do arvorescer,
D’arvorescência;
E as abelhinhas enlevadas,
Junto às flores vermelhas,
O mel hão de pedir.
Prof. Dr. Sílvio Medeiros
Campinas, é outono de 2008.
SÍLVIO MEDEIROS
Publicado no Recanto das Letras em
12/06/2008
Código do texto: T1030707
Código do texto: T1030707
![]() |
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (cite o nome do autor (Prof. Dr. Sílvio Medeiros) e o link para o site www.recantodasletras.com.br/autores/silviomedeiros). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. |
