FRANZ KAFKA
Imagem de Gérard Bertrand
Ao meu leitor do
Recanto das Letras
JACQUES LEVIN
Hoje, caminhando pelas ruas centrais de Campinas, em
manhã luminosa, veio-me à mente, de forma
involuntária, uma bela lição do escritor
tcheco Franz Kafka. Numa das cartas que Kafka enviou ao amigo Oskar
Pollak, em cruelindíssimo registro kafkiano, encontramos tal
conjunto de pérolas:
" _ Creio que só devemos ler os livros que nos mordem e ferroem. Se o livro que estivermos lendo não nos despertar com um murro no crânio, então por que lê-lo? (...) O livro tem de figurar como machado para o mar congelado dentro de nós."
" _ Creio que só devemos ler os livros que nos mordem e ferroem. Se o livro que estivermos lendo não nos despertar com um murro no crânio, então por que lê-lo? (...) O livro tem de figurar como machado para o mar congelado dentro de nós."
Je vous salut,
Franz Kafka!!
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Prof. Dr.
Sílvio Medeiros
Campinas, é inverno de 2006.
Campinas, é inverno de 2006.
SÍLVIO MEDEIROS
Publicado no Recanto das Letras em
07/08/2006
Código do texto: T211396
Código do texto: T211396
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Sáb 03 Nov 2007 01:44