INGMAR BERGMAN
Feiticeiro Bergman!
Eu não cessarei de hinear Ingmar
que Leto das lindas melenas me roubou...
Uppsala, Rua do Jardim,
da infância,
instante mágico,
mágicas 'imago':
“Lanterna Mágica” e
jardim de “Morangos Silvestres”.
Mago Bergman!
Inventor das minhas “Noites de Circo”,
criador da minha “Juventude”,
forjador da minha “Sonata de Outono”.
Entre “Gritos e Sussurros”,
“Face a Face”, neste “Baile de Máscaras”:
“Sede de Paixões”!
Imago Bergman!
Condutor das Musas Liv e Ingrid,
fonte luminosa, “Através de um Espelho”,
olhar criador, inspirador,
raio-lápis de luzes e sombras...
O sol apaga o dia que se acaba,
resta a “Música na Noite”...
É o fim da trama e
na longa tela “O Silêncio”.
Prof. Dr. Sílvio Medeiros
Campinas, é inverno de 2007.
SÍLVIO MEDEIROS
Publicado no Recanto das Letras em
30/07/2007
Código do texto: T586065
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Qua 17 Out 2007 13:04